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: Itineràrios

Para além das cúpulas azuis e dos famosos pores do sol existe uma outra Santorini, feita de manhãs tranquilas, mar vulcânico, espaços privados e momentos partilhados com as pessoas que ama.

Santorini para além do pôr do sol: 7 experiências que o farão apaixonar-se pela ilha

Santorini é mundialmente famosa pelos seus pores do sol, mas algumas das experiências que permanecem por mais tempo na memória acontecem longe das multidões e para além da imagem de postal. Acordar antes de Oia ganhar vida, navegar pela caldeira, provar vinhos nascidos da terra vulcânica, descobrir paisagens menos conhecidas ou simplesmente permitir-se o luxo de não fazer absolutamente nada junto a uma piscina privada: exploramos sete formas de viver uma Santorini mais lenta, íntima e pessoal. Uma viagem através do espaço, do tempo, da privacidade e do prazer de estar juntos, pensada para casais e famílias que querem realmente sentir a ilha, e não apenas visitá-la.
 

Chega um momento em que Santorini deixa de ser apenas um destino e se transforma numa sensação.

Todos conhecemos aquela fotografia.

Uma aldeia branca suspensa sobre o mar Egeu. Cúpulas azuis. O sol a descer em direção ao mar. Centenas de pessoas à espera que o céu se torne dourado.

E sim, o pôr do sol de Santorini merece a sua fama.

Mas muitas vezes não é o pôr do sol que nos faz apaixonar pela ilha.

Pode acontecer muito mais cedo, quando sai antes do pequeno-almoço e descobre Oia quase em silêncio. Ou enquanto nada sob as falésias vulcânicas. Talvez aconteça à volta de uma mesa, quando o almoço se prolonga muito mais do que estava previsto.

Para uma criança, pode ser a primeira viagem de barco através da caldeira.

Para um casal, talvez seja aquele momento em que percebe que passou uma tarde inteira junto sem olhar uma única vez para as horas.

A Santorini que realmente merece ser recordada existe para além do pôr do sol.

Aqui estão sete formas de a descobrir.

ESPAÇO · TEMPO · PRIVACIDADE · ESTAR JUNTOS


1. Acordar antes de Santorini

Na realidade, existem duas Oias.

A primeira é a aldeia que o mundo inteiro conhece: animada, fotografada, percorrida por viajantes que seguem as suas ruelas estreitas em direção à caldeira.

A segunda aparece de manhã cedo.

As portas ainda estão fechadas. Os caminhos de mármore conservam a frescura da noite. Um café começa a preparar-se para o dia. Algures, o aroma do café entra por uma ruela. Os gatos ocupam degraus que, algumas horas mais tarde, pertencerão aos visitantes e às suas câmaras.

Ficar alojado em Oia ou nas suas proximidades oferece um privilégio simples, mas precioso: descobrir a aldeia antes da chegada de muitos visitantes diários e reencontrá-la quando eles já partiram.

Durante algum tempo, deixe o telefone no bolso.

Caminhe sem destino.

Esta não é a Santorini do postal.

É algo mais íntimo.

Durante alguns instantes, parece pertencer apenas a si.

TEMPO


2. Descer até ao mar

Santorini é quase sempre admirada de cima.

Mude de perspetiva.

Desça.

Sob Oia, as falésias vulcânicas descem em direção à Baía de Ammoudi, onde os barcos atravessam águas de um azul intenso sob paredes de rocha vermelha e castanha.

De repente, a paisagem torna-se menos polida, mais elementar.

O mar revela algo que as fotografias tiradas a partir da borda da caldeira não conseguem contar.

Santorini é um vulcão.

Vista da água, é possível perceber a sua geologia e não apenas a sua arquitetura.

Nade.

Entre num barco.

Siga a costa.

Observe Oia transformar-se numa fina faixa de edifícios brancos muito acima de si.

Para um casal, existe algo maravilhosamente simples em passar algumas horas sem ter um lugar específico onde seja necessário estar.

Para as crianças, pelo contrário, a ilha transforma-se subitamente numa expedição.

As falésias tornam-se castelos.

Os barcos tornam-se aventuras.

A caldeira transforma-se em algo imenso que podem realmente atravessar.

E, por vezes, as melhores memórias de família começam com uma frase muito simples:

«Vamos nadar?»

ESTAR JUNTOS


3. Saborear uma paisagem

Em Santorini, o vinho não é simplesmente algo que se serve num copo.

É geografia que se pode beber.

As vinhas crescem em terra vulcânica, sob um sol intenso e os ventos do Egeu. A singular paisagem vitivinícola da ilha e as suas castas autóctones, especialmente a Assyrtiko, transformaram o vinho numa das formas mais fascinantes de compreender Santorini.

Visite uma vinha.

Observe as videiras de perto.

Prove devagar.

Depois, durante um momento, esqueça o vocabulário técnico.

O que importa é o estranho prazer de beber algo que nasceu da mesma paisagem que esteve a contemplar durante todo o dia.

E uma prova de vinhos não precisa necessariamente de se transformar num programa elaborado.

Por vezes, basta uma garrafa fresca, dois copos e tempo suficiente para terminar uma conversa.

Porque o luxo em Santorini nem sempre precisa de uma reserva.

Às vezes, precisa apenas de um saca-rolhas.

TEMPO


4. Descobrir as outras cores da ilha

Santorini conseguiu convencer o mundo, com extraordinário sucesso, de que é branca e azul.

Não é.

Afaste-se de Oia e a paleta muda.

Há o negro das praias vulcânicas.

O vermelho ferrugem e o ocre das falésias.

O verde empoeirado das vinhas.

O azul profundo do mar aberto.

A pedra clara das aldeias afastadas da caldeira.

Explore lugares como Pyrgos, onde as ruelas sobem entre casas tradicionais e igrejas, ou siga em direção ao sul e observe a paisagem tornar-se progressivamente mais selvagem.

É uma forma diferente de conhecer Santorini: afastar-se durante algumas horas dos miradouros mais famosos para procurar aldeias tranquilas, pequenas igrejas, praias e paisagens vulcânicas.

Com crianças, a experiência pode tornar-se ainda mais divertida.

Dê-lhes liberdade para serem exploradores em vez de turistas.

Deixe-as escolher uma ruela.

Encontre uma padaria.

Pare porque alguma coisa cheira bem.

Mude os planos.

A ilha torna-se muito maior quando deixamos de viajar de uma atração para outra.

ESPAÇO


5. Ver Santorini a partir do mar

Se existe um momento em que a verdadeira dimensão de Santorini se torna clara, é quando se entra na caldeira de barco.

A partir do convés, as aldeias transformam-se em pequenas marcas brancas suspensas muito acima da água.

As falésias revelam as suas diferentes camadas.

O vulcão permanece no centro de tudo, explicando silenciosamente por que razão existe esta paisagem extraordinária.

Nade.

Flutue.

Olhe para cima.

Coma algo simples a bordo.

Deixe o cabelo secar ao vento.

Um dia no mar funciona quase igualmente bem para dois tipos de viajantes aparentemente muito diferentes.

Para um casal, o mar cria distância de tudo o resto.

Para uma família, cria uma aventura partilhada.

Ninguém precisa de chegar a acordo sobre qual museu visitar.

Ninguém precisa de ficar em silêncio.

Ninguém precisa de esperar numa fila para tirar uma fotografia.

Durante algumas horas, existem apenas o barco, a água e as pessoas com quem escolheu viajar.

ESTAR JUNTOS


6. Não fazer absolutamente nada

Esta pode ser a experiência mais difícil de toda a lista.

Porque nos tornámos surpreendentemente bons a transformar até as férias em trabalho.

Pequeno-almoço às 8h30.

Praia às 10h00.

Restaurante às 13h00.

Fotografias às 16h00.

Pôr do sol às 20h00.

Reserva para jantar às 21h30.

E no dia seguinte, tudo começa novamente.

Mas o que aconteceria se uma tarde inteira não tivesse qualquer programa?

Um terraço privado.

Uma piscina.

Aquele livro que viaja dentro da sua mala há três anos.

As crianças a deslocarem-se livremente entre a água, a sombra e alguma coisa para comer.

Duas pessoas a abrir uma garrafa de vinho sem verificar a que horas começa o jantar.

A popularidade de Santorini torna o espaço privado particularmente valioso.

E é aqui que uma villa pode mudar completamente o ritmo das férias.

Há espaço para cada pessoa estar consigo própria.

E há espaço para voltar a estar juntos.

Uma criança pode brincar enquanto um dos pais lê.

Uma pessoa pode dormir enquanto a outra nada.

Um casal pode passar uma tarde inteira a fazer quase nada e descobrir, algumas horas mais tarde, que esse quase nada era exatamente aquilo de que precisava.

ESPAÇO · PRIVACIDADE


7. Deixar que o pôr do sol venha até si

Mais cedo ou mais tarde, naturalmente, o sol começa a descer.

E Santorini realiza o seu famoso truque de magia.

Os edifícios brancos tornam-se creme e depois dourados.

As falésias escurecem.

O Egeu muda de cor.

As pessoas começam a caminhar em direção aos famosos miradouros de Oia.

Mas talvez, a esta altura, já não precise de perseguir o pôr do sol.

O Castelo de Oia e os miradouros centrais podem ficar particularmente movimentados a esta hora, sobretudo durante a época alta.

Por isso, talvez esta noite possa procurar uma perspetiva diferente.

Ou, simplesmente, ficar onde está.

Sem filas.

Sem a obrigação de conseguir a fotografia perfeita.

As crianças ainda estão em fato de banho.

Há dois copos sobre a mesa.

Alguém se esqueceu das horas.

O sol desaparece.

Ninguém aplaude.

E, de alguma forma, parece ainda mais bonito.

PRIVACIDADE · ESTAR JUNTOS


A Santorini que levará consigo

O famoso pôr do sol dura apenas alguns minutos.

As férias são feitas de tudo o que acontece à sua volta.

O primeiro mergulho da manhã.

Os pés descalços sobre a pedra quente.

Um almoço que se prolonga demasiado.

O sal a secar sobre a pele.

Uma criança que adormece depois de um dia passado no mar.

Uma conversa que finalmente teve tempo suficiente para chegar ao fim.

O silêncio depois de todos os outros terem ido dormir.

Estas coisas não são atrações.

Não podem ser assinaladas como concluídas numa lista.

E talvez seja precisamente por isso que nos lembramos delas.

Na Katharos Villas, perto de Oia, acreditamos que descobrir Santorini também significa ter espaço suficiente para respirar, tempo suficiente para abrandar, privacidade suficiente para nos afastarmos do mundo durante algum tempo e liberdade suficiente para simplesmente estarmos juntos.

Uma villa pode ser o ponto de partida para explorar a ilha.

Mas também pode ser o lugar ao qual sabe bem regressar.

Ou, por vezes, o lugar que se decide não abandonar de todo.

Porque o verdadeiro luxo de Santorini talvez não seja ver mais.

Talvez seja ter a liberdade de viver menos coisas, mas vivê-las mais profundamente.

ESPAÇO · TEMPO · PRIVACIDADE · ESTAR JUNTOS

Santorini é famosa pelo seu pôr do sol.

Venha também por ele.

Depois, fique por tudo o que acontece antes.

E por tudo o que acontece depois.

 

Estadia excepcional em Katharos Villas!

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